sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O ESPIRITISMO EXPLICA
Derramas lágrimas copiosas sobre o corpo inerte do ente querido.
Entretanto, o Espiritismo explica que a morte não existe, comprovando a continuidade da vida além do túmulo.
Suportas os golpes da desilusão nos relacionamentos mais promissores.
Contudo, o Espiritismo explica que a convivência turbulenta, nos dias de hoje, é o reencontro difícil de antigos desafetos.
Cultivas o desespero diante do familiar com doença incurável.
No entanto, o Espiritismo explica que o sofrimento, agora, é a reparação oportuna de erros cometidos em vidas passadas.
Experimentas na alma a revolta perante insinuações e acusações falsas.
Todavia, o Espiritismo explica que as provações dolorosas são o reflexo de dívidas morais, contraídas outrora.
Choras o fracasso de teus empreendimentos.
Entretanto, o Espiritismo explica que a derrota atual é o remédio amargo para as inconsequências de tuas vitórias, em outros tempos.
Acumulas decepções com as dificuldades, os conflitos e as atitudes menos nobres, no lar e na órbita de tua parentela.
Contudo, o Espiritismo explica que as perturbações da emoção e as limitações intelectuais são processos regeneradores de desvios pretéritos, nos campos do sentimento e da inteligência.
Condenas e ridicularizas a fé, alegando que a crença na Divindade é fuga da razão.
Todavia, o Espiritismo explica que deves compreender para crer, ensinando-te a conquista da fé raciocinada.
<><><><><>
Nas vicissitudes de teu caminho, a Doutrina Espírita é a benção de todas as horas, restabelecendo a simplicidade da Boa Nova e ampliando o entendimento da verdade evangélica.
Antes, ciente de tuas imperfeições, insuperáveis em uma única existência, temias a punição eterna, enxergando no Poder Divino o juiz implacável e caprichoso.
Hoje, porém, o Espiritismo revive a palavra autêntica de Jesus e te explica, com toda a lógica e bom senso, que Deus é sempre misericórdia e amor.
FONTE: do livro VIVENDO O EVANGELHO, comentário ref. ao capítulo II, item 7, pelo Espírito André Luiz, pelo médium Antônio Baduy Filho, IDE Editora.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
SER FELIZ
“... Assim, pois, aqueles que pregam ser a Terra a única morada do
homem, e que só nela, e numa só existência, lhe é permitido atingir o
mais alto grau das felicidades que a sua natureza comporta, iludem-se e
enganam aqueles que os escutam...”
(Capítulo 5, item 20.)
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como conseqüência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros étambém a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória ànossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais. Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
FONTE: do livro RENOVANDO ATITUDES, pelo Espírito Hammed, pelo médium Francisco do Espírito Santo, Boa Nova Editora e Distribuidora de Livros Espíritas.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
GRUPOS DE ESTUDO 2012
Ano novo, vida nova! Novas oportunidades, hora de recomeçar! A hora é agora!
Inscreva-se num curso ou confirme sua inscrição num curso já iniciado.
São 8 grupos de estudo em funcionamento à espera de sua participação.
É fundamental que todos se esforcem para estudar e aprofundar seus conhecimentos sobre a Doutrina Espírita, para que se beneficiem dos ensinamentos revelados pelo Espírito da Verdade. Esforcem-se pela sua reforma íntima, pelo seu crescimento interior, sempre na busca do autoconhecimento e pela prática do amor ao próximo como a si mesmo. A Casa do Caminho e a Fundação Esperança estão de braços abertos para recebê-los, com muito amor e o carinho de sempre.
Abaixo, a grade dos Grupos de Estudo para 2012. É escolher e participar!
RECOMECEMOS
"Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho." - Jesus (Mateus, 9 : 16.)
Não conserves lembranças amargas.
Viste o sonho desfeito.
Escutaste a resposta de fel.
Suportaste a deserção dos que mais amas.
Fracassaste no empreendimento.
Colheste abandono.
Padeceste desilusão.
Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus...
A possibilidade da espiga ressurge na sementeira.
A água, feita vapor, regressa da nuvem para a riqueza da fonte.
Torna o calor da primavera, na primavera seguinte.
Inflama-se o horizonte, cada manhã, com o fulgor do Sol, reformando o valor do dia.
Janeiro a Janeiro, renova-se o ano, oferecendo novo ciclo ao trabalho.
É como se tudo estivesse a dizer : "Se quiseres, podes recomeçar ".
Disse, porém , o Divino Amigo que ninguém aproveita remendo novo em pano velho.
Desse modo, desfaze-te do imprestável.
Desvencilha-te do inútil.
Esquece os enganos que te assaltaram.
Deita fora as aflições inúteis.
Recomecemos, pois, qualquer esforço com firmeza, lembrando-nos , todavia, de que tudo volta, menos a oportunidade esquecida, que será sempre uma perda real...
EMMANUEL
FONTE: do livro "Palavras de Vida Eterna", Emmanuel (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)
(No original: "Deita fora as aflições improfícuas")
O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html
domingo, 1 de janeiro de 2012
LÉON DENIS
Léon Denis em 1870
Léon Denis (Foug, 1 de janeiro de 1846 - Tours, 12 de Março de 1927) foi um filósofo espírita e um dos principais continuadores do Espiritismo após a morte de Allan Kardec, ao lado de Gabriel Delanne e Camille Flammarion. Fez conferências por toda a Europa em congressos internacionais espíritas e espiritualistas, defendendo ativamente a idéia da sobrevivência da alma e suas conseqüências no campo da ética nas relações humanas.
Autodidata, tendo mostrado inclinações literárias e filosóficas, aos 18 anos travou contato com O Livro dos Espíritos e tornou-se adepto da Doutrina Espírita. Desempenhou importante papel na sua divulgação, enfrentando as críticas do positivismo materialista, do ateísmo e a reação do Catolicismo. Foi ainda membro atuante da Maçonaria.[1]
Em 1899 participou do II Congresso Espírita Internacional. Participou ainda do Congresso Espírita de Bruxelas (Bélgica).
A partir de 1910 a sua visão começou a diminuir, mas isso não impediu que prosseguisse no trabalho de defesa da existência e sobrevivência da alma. Logo depois da Primeira Guerra Mundial, aprendeu a linguagem Braille.
Em 1925 foi aclamado presidente do Congresso Espírita Internacional (Paris), no qual foi formada a Federação Espírita Internacional.
A sua grande produção na literatura espírita, bem como o seu caráter afável e abnegado, valeram-lhe a alcunha de Apóstolo do Espiritismo.
Ao longo de sua vida manteve estreita ligação com a Federação Espírita Brasileira, tendo sido aprovada por unanimidade a sua indicação para sócio distinto e Presidente honorário da instituição (1901)[2]
Léon Denis afirmou que "a verdade assemelha-se às gotas de chuva que tremem na extremidade de um ramo; enquanto ali estão suspensas, brilham como diamantes puros no esplendor do dia; quando tocam o chão, misturam-se com todas as impurezas. Tudo o que nos chega do Alto corrompe-se ao contato com a terra; até o íntimo do santuário o homem levou suas paixões; as suas concupiscências, as suas misérias morais. Assim em cada religião o erro, fruto da terra, mistura-se à verdade que é o bem dos céus"[3].
Citações
“ Recorda-te de que a vida é curta; esforça-te, pois, por conquistar, enquanto o podes, aquilo que vieste aqui realizar: o verdadeiro aperfeiçoamento. Possa teu espírito partir desta Terra mais puro do que quando nela entrou! Pensa que a Terra é um campo de batalha, onde a matéria e os sentidos assediam continuamente a alma; corrige teus defeitos, modifica teu caráter, reforça a tua vontade; eleva-te pelo pensamento, acima das vulgaridades da Terra e contempla o espetáculo luminoso do céu.. ”
—Léon Denis, no seu livro Depois da Morte.
Principais obras
Dentre suas obras, destacam-se:
• Cristianismo e Espiritismo (FEB)
• Depois da Morte (FEB)
• Espíritos e Médiuns (CELD)
• Joana D'Arc, Médium (FEB)
• No Invisível (FEB)
• O Além e a Sobrevivência do Ser (FEB)
• O Espiritismo e o Clero Católico (CELD)
• O Espiritismo na Arte (Lachâtre)
• O Gênio Céltico e o Mundo Invisível (CELD)
• O Grande Enigma (FEB)
• O Mundo Invisível e a Guerra (CELD)
• O Porquê da Vida (FEB)
• O Problema do Ser, do Destino e da Dor (FEB)
• O Progresso (CELD)
• Provas Experimentais da Sobrevivência
• Socialismo e Espiritismo (O Clarim)
1.↑ Léon Denis e a Maçonaria, de Eduardo Carvalho Monteiro2.↑ CARNEIRO, 1996:56.
3.↑ Léon Denis. Depois da Morte e a existência da Reencarnação, p.14-15. São Paulo: Editora HEMUS, 1972.
Fonte: Wikipédia
Assinar:
Postagens (Atom)





