sexta-feira, 23 de outubro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

CIÚME


A presença do ciúme no teu comportamento é sinal de desequilíbrio.
O ciúme jamais será o sal temperado do amor.
Desconfiança e insegurança significam a manifestação do ciúme.
Quando ele se introduz na afetividade altera a paisagem dando surgimento
a pesadelos e perturbações prejudiciais.
Supera as insinuações ciumentas na tua conduta,
amando com tranquilidade e confiando em paz.
Se a pessoa amada não te corresponder à expectativa,
segue adiante, porque o prejuízo é dela.

Fonte: livro VIDA FELIZ, pelo Espírito Joanna de Ângelis

sábado, 17 de outubro de 2009

O PRÓXIMO É MEU IRMÃO


Quem é o nosso próximo?
Eis uma interrogação que ainda permanece para muitos, apesar dos séculos transcorridos, desde as explicações do Mestre Jesus na Parábola do Samaritano.
Por falta desse entendimento, por vezes deixamos de atender a um ou outro, crendo não ser nossa responsabilidade.
Possivelmente, no século XX, uma das criaturas que melhor tenha entendido sobre a identidade do próximo tenha sido a religiosa Madre Teresa.
Erigindo o Lar das Missionárias da Caridade, passou a atender os pobres mais pobres, iniciando em Calcutá, na Índia.
Conta-se que, num cair de tarde, em Calcutá, quando as ruas repletas, o trânsito confuso e as luzes da cidade a todos atraíam a atenção, ela e mais duas companheiras se dirigiram a um beco isolado, entre escuras vielas.
Naquele local, o turbilhão dos sons das buzinas, dos escapamentos dos carros e o burburinho das pessoas não chegavam senão como apagado eco.
O que ali havia eram somente os gemidos surdos dos que foram esquecidos pela multidão.
As três mulheres se aproximam do local. Os odores vindos do beco não as espantam. Em nome da fraternidade, rumam sempre mais adentro.
Teresa percebe a figura de um enfermo. É um homem, carcomido pelo câncer. A doença lhe devorara quase metade do corpo. Por todos era considerado um caso perdido.
Teresa se aproxima e começa a lavá-lo. A reação do enfermo é de desdém. Ele pergunta: Como você consegue suportar o mau cheiro do meu corpo?
Ela não responde, apenas sorri, prosseguindo na sua tarefa, com extrema delicadeza, como se estivesse a banhar um recém-nato.
A senhora não é daqui, fala o doente outra vez. Ninguém por aqui age como a senhora.
Os minutos passam e o enfermo está agora limpo. Ante a dor que lhe agonia as carnes, numa típica expressão indiana, exclama: Glória a ti, mulher! Não, responde Madre Teresa. Glória a você, que sofre com o Cristo.
Ele sorri. Ela também. Uma sensação de alívio se estampa na face do doente terminal.
As Missionárias da Caridade o recolhem no lar que, para tais criaturas, edificaram em Calcutá. Dois dias depois, entre atenções e preces, em um leito asseado, o moribundo despede-se da vida física.
O próximo é sempre aquele que tem a necessidade mais premente, no momento.
Por vezes, é o próximo mais próximo, no próprio lar, na vizinhança, no ambiente de trabalho. De outras, é alguém que aguarda o gesto de amparo do Samaritano que transite por onde ele se encontra.
Partir em busca da dor para acalmá-la é atitude de quem se assenhoreou das palavras do Evangelho e tendo-as abrigado na intimidade do ser, vive-as na essência.
Nem sempre os maiores necessitados são os que buscam socorro, desde que outros não o fazem por vergonha ou por não disporem de condições mínimas para a solicitação.
São os acamados que permanecem em seus casebres, os deficientes da fala que não conseguem se expressar, e tantos outros...
O próximo é o nosso irmão, ao nosso lado ou distante, desde que somos todos filhos do mesmo Pai.
Madre Teresa de Calcutá estendeu o seu trabalho de amor por quase todo o mundo.
A convite dos governantes de diferentes nações, ela abriu suas casas de caridade nos mais distantes países.
Assim, a meta das Missionárias da Caridade e de suas colaboradoras é buscar a dor onde se asile e atender o carente mais carente.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Vozes do Espírito, publicado no Boletim SEI nº 1549 de 06/12/1997.boradoras é buscar a dor onde se asile e atender o carente mais carente.
(mensagem enviada por e-mail pela Bia)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

MENSAGEM DE JOANNA


Nunca enganes a ninguém.

A vida é grande cobradora e eximia retribuidora.

O que faças aos outros sempre retornará a ti.

A sementeira sucede a colheita.

Segarás conforme hajas plantado.

Quem engana, ilude, trai, a si próprio se prejudica,
desrespeitando-se primeiro e fazendo jus
depois aos efeitos da sua conduta reprovável.

Sê honesto para contigo, e, como consequência,
para com teu próximo.


Fonte: livro VIDA FELIZ, pelo Espírito Joanna de Ângelis

terça-feira, 13 de outubro de 2009

DOUTRINA VIVA


DOUTRINA VIVA
pelo Espírito Chico Xavier

O Espiritismo é a doutrina viva do Evangelho.
Se, por ventura, ele se desviar de sua tarefa de libertar consciências, em tocar corações, deixará de cumprir com o que dele se espera, através de seus seguidores.
A verdade deve chegar ao cérebro pelas portas do coração.
O conhecimento exclusivamente teórico pode induzir a criatura a terríveis equívocos. Devemos ter medo de saber antes que saibamos amar.
Por este motivo, não convém que o espírita, preservando o próprio equilíbrio, se afaste do serviço cotidiano na Casa Espírita, onde ele terá oportunidade de colocar à prova o que verdadeiramente tem assimilado da Mensagem que nos cabe vivenciar.
O excesso de intelectualismo, em detrimento dos valores do sentimento, ou seja, o muito conhecer e o pouco amar, costuma ser uma tragédia para o espírito.
O carma de quem se complica pela inteligência é pesado demais!...


Fonte: livro DOUTRINA VIVA, psicografado pelo médium Carlos A. Bacelli

terça-feira, 6 de outubro de 2009


PALESTRAS PÚBLICAS
CASA DO CAMINHO

Rua Ary Fontenelle, 560 - Estamparia - Barra Mansa/RJ
AOS SÁBADOS - às 19h30 - (em frente à APAE)

Temas relacionados com o PROJETO CRESCER

OUTUBRO / 2009

DIA TEMA EXPOSITOR


10 Abandonar pais, mães e filhos
- ESE cap 23 BORGES
17 Coragem da Fé
- ESE cap 24
ROJANE

24 Buscai e Achareis
- ESE cap 25
ADALBERTO
31 O dom de curar
- ESE cap 26
SALETE

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

AMAR A SI MESMO


"E aqui está o segundo que é semelhante ao primeiro:
Amarás o teu próximo, como a ti mesmo."

O Evangelho Segundo o Espiritismo - capítulo XV - item 4

"(...) Quando não amamos a nós mesmos, vivemos à mercê da influência dos palpites e reprimendas.
A aprovação alheia é mais importante que a aprovação interior.
Nessa situação escasseiam estima e confiança a si próprio, que impossibilitam a expressão da condição particular. Assim sentimo-nos prisioneiros adotando máscaras com as quais procuramos evitar a rejeição social, fazendo-nos infelizes e revoltados.


Ninguém pode definir para nós "o quanto ou o como deveríamos".
Podemos ouvir opiniões e conselhos, corretivos e advertência, porém, o exercício do auto-amor nos ensinará a tirar de cada situação aquilo que, de fato, nos seja útil ao crescimento. Cada pessoa ou situação de nossas vidas é como o cinzel que auxiliará a esculpir a obra incomparável de ascenção particular.
Mas recordemos: apenas um cinzel! Apenas instrumentos! Pois a tarefa intransferível de talhar é com cada um de nós, escultores da individuação*.


Quem se ama, imuniza-se contra as mágoas, guarda serenidade perante acusações, desapega-se da exterioridade como condição para o bem-estar, foca as soluções e valores, cultiva indulgência com o semelhante, tem prazer de viver e colabora espontaneamente com o bem de todos e de tudo.

Por longo tempo ainda exercitaremos esse amor a nós mesmos, alfabetizando nossas habilidades emocionais para um relacionamento intrapessoal fraterno, equilibrado. A primeira condição para nos engajarmos na Lei do Amor é essa caridade conosco, o encontro do self divino, sem o qual ficaremos desnorteados no labirinto das experiências diárias, à mercê de pessoas e fatos, adiando o Instante Celeste de sintonizar nossos passos com a paz interior que todos, afanosamente, estamos perseguindo."

(*) Carl Gustav Jung chamou de individuação o processo paulatino de expressar nossa singularidade, isto é, a "Marca de Deus" em nós; o ato de talhar a individualidade, aquele ser distinto e único que está latente dentro de nós.

Fonte: livro ESCUTANDO SENTIMENTOS, cap. 6, de Ermance Dufaux