terça-feira, 31 de maio de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

5 MOTIVOS PARA LER "DIFERENÇAS NÃO SÃO DEFEITOS"

“Diferenças não são Defeitos” é o título do mais novo livro de Ermance Dufaux, a autora espiritual que vem desenvolvendo a série Harmonia Interior cujos livros até agora publicados são: “Laços de Afeto – caminhos do amor na convivência”, “Mereça ser Feliz – superando as ilusões do orgulho”, “Reforma Íntima sem Martírio”, “Escutando Sentimentos – a arte de amar-nos como merecemos” e “Prazer de Viver – conquista de quem cultiva a fé e a esperança”, todos da Editora Dufaux (www.editoradufaux.com.br).

Neste 6º livro da série, como é característico na literatura de Ermance, encontramos subsídios de grande valor moral que nos orientam como proceder perante a diversidade nas relações humanas.

Conquanto a variedade das abordagens, podemos reunir em 5 grupos de idéias os motivos que nos estimulam ao estudo e leitura atenta da obra. São eles:

1. Instruções preciosas sobre a aplicação da fraternidade na convivência diante da diversidade humana.
Segundo a autora, a convivência fraterna é a porta de entrada para o mundo de regeneração. Sem aprendermos a construir uma relação pacífica com os diferentes e suas diferenças, será muito difícil regenerar nossos costumes e nossas atitudes. No prefácio, aliás, ela lista vários traços psicológicos e emocionais da geração de espíritos que vão construir esse período regenerativo da Terra.

2. Reflexões oportunas acerca de como se livrar dos julgamentos e do perfeccionismo.
Os julgamentos que tecemos a respeito das diferenças e dos diferentes são alicerçados na idéia do certo e do errado, conforme nossos padrões de vida. Aquilo que não se encaixa em nossa aprovação se torna defeito e pode ser passível de conflito, rejeição e indiferença (a negação da diferença).
O perfeccionismo constitui um estado da vida mental que organiza e mensura esse certo e errado que é aplicado ao próximo, mas também a nós. O nível de exigência que temos para com o semelhante, temos igualmente conosco. O que não se enquadra na medida do perfeccionista é defeito.

3. Apontamentos minuciosos que nos ensinam a aceitar a singularidade pessoal e do próximo.
A singularidade significa ser único, ter um mapa de trajeto evolutivo incomparável, uma missão perante a vida. Em um planeta como o nosso, as provas e expiações raramente permitem sermos quem somos e cumprirmos nossa singularidade. Quando aprendemos a aceitação de nós próprios, trabalhando por desenvolver o nosso melhor, abrimos os caminhos para viver essa identidade cósmica que cada um de nós possui.

4. Orientações educativas para curar a doença da rigidez e aprender o caminho da naturalidade.
Quando nos distanciamos da naturalidade, tornamo-nos rígidos em relação a conceitos e procedimentos. A rigidez é considerada uma doença mental no mundo espiritual. Os apontamentos da autora nos auxiliam a entender como lidar com essa doença a partir das elucidações oferecidas no capítulo “Como tratamos a rigidez no Hospital Esperança”.

5. Subsídios valorosos para a construção de uma noção de responsabilidade social adequada às reais necessidades da atualidade.
Diante de conceitos rígidos sobre necessidade social, formamos uma visão de cooperação distante da educação que liberta e amadurece. Ainda encontramos nos dias de hoje uma série de carências coletivas básicas e presentes em todos os tempos da humanidade como a fome, a doença e a ignorância. Entretanto, outros gêneros de necessidade humana estão solicitando nossa contribuição. Um olhar diferente sobre as diferenças nesse assunto nos fará ampliar nossa capacidade colaborativa na sociedade.

terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

SÓCRATES, O FILÓSOFO E HÍPIAS, O SOFISTA


Note o método usado por Sócrates, hoje chamado de maiêutica, onde apenas com perguntas ele ajuda seu interlocutor a alcançar um novo nível de consciência sobre aquilo que acredita.
*Diálogo extraído do filme Sócrates do diretor Rosselini.

Diálogo da beleza
- Te saúdo Sócrates! Diz Hípias ao cruzar com Sócrates em uma das ruas de Atenas.
- Olhem o belo Hípias. Responde Sócrates. - Fazia tempo que não o víamos pela cidade. Aonde vais tão bem vestido Hípias?
- Vou ao ginásio fazer um discurso sobre a genealogia dos heróis. Gostaria de ouvi-lo?
- Não posso. Infelizmente tenho outro compromisso. Responde Sócrates.
- É um discurso que já fiz e todos acharam muito belo, mas eu gostaria de ter também a tua opinião.
- Você disse muito belo? Então você sabe o que é a beleza? Provoca Sócrates.
- Ah. Certamente! Responde Hípias demonstrando autoconfiança.
- E você se imortará de me explicar o que é?
- Facílimo. Uma bela donzela! Sócrates , aí está algo belo.
- Uma boa resposta, mas diga-me Hípias, pode-se dizer que uma bonita jumenta é bela?
- Sim. Na minha cidade há jumentas de grande beleza. Responde Hípias.
- E uma bonita panela, pode-se dizer que é uma bela oisa?
- Não entendo caro Sócrates, que você se possa servir de um objeto assim tão prosaico para falar de coisas tão elevadas.
- Mas o que você esperava? Eu sou apenas um ignorante. Porém, você deve admitir que uma bonita panela também é bela.
- Sim, pode ser, porém a mais bela das panelas, diante de uma bela donzela é feia. Responde Hípias.
- Como a mais bela das donzelas será feia se comparada  a um deus. É o que acha?
- Exatamente! Responde Hípias com segurança.
- Mas antes você disse: - uma bela donzela, aí está algo belo. E há pouco me disse que comparada a um deus é feia. Mas não pode ser feia e bela ao mesmo tempo. Assim, você ainda não me disse o que é a beleza!
- Te explico em outro dia! Quando queiras. Até logo Sócrates!

Questão filosófica: Onde está a beleza?
No que se observa ou no interior do observador?

*****************************************

Filósofo - o que busca a sabedoria, ou seja, o conhecimento coerente e lógico aplicável para o bem de todos.
Sofista - sujeito que usava argumentos falsos para impor uma verdade duvidosa.

Fonte: Documentos SBEE (Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas) - edição 30, 2010.

domingo, 22 de maio de 2011

DIGNIFIQUE SUA PALAVRA


DIGNIFIQUE SUA PALAVRA
(...) porque da abundância do seu
coração fala a boca.  - LUCAS, 6:45

CASO NÃO CONSIGA UMA PALAVRA DIGNIFICANTE ante as falas levianas, evite, pelo menos, engrossar a fileira dos que caíram na ação de denegrir e maldizer.
Suas palavras são o retrato de suas qualidades e imperfeições, por elas você é conhecido onde estiver.
Melhore a disciplina de seu mundo íntimo para que em todos os lugares e em toda a parte sua boca fale daquilo que o coração enriquecido no amor nutre pelo bem.
Examine os sentimentos que orientam sua fala e conhecerá as raízes dos deslizes verbais que, quase sempre, são expressões enfermiças da inveja, da ambição, da irritação e do personalismo.
Quem derrapa na palavra aciona um sombrio mecanismo íntimo contra si mesmo.
Enalteça a vida e o próximo e perceberá em si mesmo os reflexos salutares da alegria e da entrega refazedora.
Quando o coração se educa nos roteiros do bem e da virtude, a boca se transforma em um sublime canal de maravilhas e criações, elevando o padrão energético e protegendo a criatura no halo restaurador do descanso e da saúde, da força e da serenidade.

Fonte: do livro LIÇÕES PARA O AUTOAMOR, pelo Espírito Ermance Dufaux, pelo médium Wanderley Oliveira, Editora Dufaux, 2010.