terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

RECEITA ESPÍRITA

Paz na intimidade.
Compreensão na dor.
Paciência na provação.
Tolerância na convivência.
Caridade com todos.
Confiança em si mesmo.
Fé em Deus.
Entendimento em família.
Perdão das ofensas.
Calma na dificuldade.
Cumprimento do dever.
Alegria no trabalho.
Humildade no caminho.
Respeito aos outros.
Desprendimento na abundância.
Coragem na penúria.
Benevolência nas atitudes.
Ânimo na enfermidade.
Esperança na aflição.
Amor ao próximo.

Esta é a receita do Espiritismo para a conquista da felicidade.
Não é fácil, mas se você deseja seguir Jesus, buscando no Evangelho o roteiro de vida, é bom não confundir felicidade com facilidade.

FONTE: do livro VIVENDO O EVANGELHO, cap. VI, ítem 7 - pelo Espírito André Luiz, pelo médium Antônio Baduy Filho.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ilusões que se renovam... Infelizmente!

     Mais um carnaval, mais um saturnal!
           Os velhos hábitos estão de volta nas tradições da antiga e politeísta Roma.
          Humberto de Campos, em Novas Mensagens, pelas mãos fiéis de Chico Xavier, em 1938, há mais de 70 anos, já nos advertia dos graves riscos para aqueles que se deixam encantar, a qualquer pretexto, pelos sombrios convites de Saturno.
          Há exatamente dois anos, no nosso editorial de fevereiro de 2009, fizemos longas considerações que nos cabe reproduzir, por serem assaz importantes para as nossas meditações:

          A forte herança cultural-religiosa trazida pelos africanos que aqui aportaram no escuro tempo da escravidão deu ao carnaval do Brasil características próprias e hoje seus descendentes, compondo nossa etnia, imprimem colorido diferenciado ao Império de Momo.
          Não fossem os excessos, o carnaval, como festa de integração sociorracial, poder-se-ia tornar um acontecimento transitoriamente aceitável, se considerarmos o nível de materialismo da Humanidade que nos serve de família, ainda muito distante das manifestações superiores do Espírito eterno. Não admitir isto, é incorrer em grave erro de intolerância.
          Lamentavelmente, os excessos existem e respondem pelos males que, nesse curto espaço de dias, vitimam milhares de lares por toda uma existência, quando não vão alem, fazendo-os sofrer o amargor de decepções e dramas no trajeto da vida comum. Deixarão de ser ninhos de luz e esperança, de conquistas nobres, para se constituírem em oficinas de expiação e dor.
          Não bastassem a inferioridade e a ignorância na base desses sofrimentos, a elas se associa a ação perniciosa dos que vagueiam no submundo da Espiritualidade sem luz à espreita dos invigilantes prontos a propiciarem elementos de sintonia com as forças desagregadoras dos bons costumes.
          Assim, vai aumentando o triste concerto do “choro e ranger de dentes” na superfície do planeta, porque esses desventurados companheiros do caminho respondem com sofreguidão aos escusos apelos da animalidade ainda muito viva na população terrena.

FONTE: reprodução do editorial do jornal MUNDO ESPÍRITA, Órgão de Divulgação da Federação Espírita do Paraná, edição 1519, de fevereiro de 2011.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O TEMPO


“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.”
Paulo. (ROMANOS, 14: 6)


    A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
        Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
        Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
       Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
       É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
       Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
        A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
       Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
        Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
       Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

FONTE: do livro CAMINHO, VERDADE E VIDA, pelo Espírito Emmanuel, pelo médium Francisco C. Xavier, FEB.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O CENTRO ESPÍRITA

         
 O Centro Espírita é um posto avançado do Mundo Espiritual sobre a Terra – trincheira de resistência contra as arremetidas das trevas em oposição à luz. É lamentável que muitos companheiros, não compreendendo tal importância para a comunidade dos espíritos encarnados, dele se afastem, negando-lhe apoio em suas múltiplas atividades. Posso dizer, com alegria, que passei a existência inteira dentro do Centro Espírita... Nunca me isolei dos amigos que, em silencioso heroísmo, permanecem à frente da linha de batalha. É uma pena que muitos se apeguem apenas ao aspecto teórico da Doutrina, esquivando-se ao trabalho... O espírita que não se vincula a um grupo de trabalho, no campo doutrinário e assistencial, passa uma idéia de auto-suficiência, como se se considerasse em estágio superior de aprendizado... Os Bons Espíritos estão com aqueles que lutam, que derramam abençoado suor pela Causa e não com aqueles que sonegam esforço e boa vontade a serviço da Doutrina.

FONTE: do livro DOUTRINA VIVA, pelo Espírito Chico Xavier, pelo médium Carlos A. Baccelli, Casa Editora Espírita "Pierre-Paul Didier", 2008.