quarta-feira, 21 de março de 2012

CUIDANDO DO CORPO

     Deepak Chopra é médico formado na Índia, com especialização em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde está radicado desde a década de setenta.
          Filósofo de reputação internacional, já escreveu mais de três dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.
          A respeito do ser humano saudável, ele escreveu: Somos as únicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!
         Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.
          Um surto de depressão pode arrasar nosso sistema imunológico.
          Apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.
          A alegria e a realização nos mantêm saudáveis e prolongam a vida.
          A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.
          Nossas células estão constantemente processando as experiências e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.
          Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produção de neurotransmissores, por parte do cérebro, se reduz. Baixa o nível de hormônios. O ciclo de sono é interrompido.
          As plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropeptídicos, na superfície externa das células da pele, se tornam distorcidos.
          E, até nossas lágrimas passam a conter traços químicos diferentes das lágrimas de alegria.
          Contudo, nosso perfil bioquímico é alterado, quando nos encontramos em nova posição.
          A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
          Assim, se desejamos saber como está nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.
          Se desejamos saber como estará nosso corpo amanhã, será suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.
         Abrir nosso coração para a alegria, às coisas positivas é medida salutar. Se desejamos gozar de saúde física, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.
         Não foi por outro motivo que o Celeste Médico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pródigo em exortações como: Não vos inquieteis, dizendo: "Que comeremos" ou "Que beberemos", ou "Que vestiremos"? Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas. Portanto, não vos inquieteis com o amanhã, pois o amanhã se inquietará consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal.
         Com isso, recomendava que não nos deixássemos abraçar pela ansiedade.
         E mais: Andai como filhos da luz.
         Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.
        Pensemos nisso e cultivemos saúde física. Afinal, necessitamos de um corpo saudável para bem atender os compromissos que nos cabem.
         Que se diria de quem não cuidasse de seu instrumento de trabalho?

Redação do Momento Espírita, com dizeres do texto Mutantes, de
Deepak Chopra e dos versículos 31, 32 e 34 do cap. 6 do
Evangelho de Mateus.
Em 19.03.2012.

segunda-feira, 19 de março de 2012

PONTO DE VISTA


A ofensa machuca, mas observe:
vingança dificulta,
perdão facilita.

O desespero desorienta,mas repare:
descrença abate,
fé encoraja.

A doença incomoda, mas considere:
revolta complica,
resignação alivia.

A dificuldade perturba, mas examine:
comodismo prejudica,
trabalho ajda.

O sarcasmo dói, mas avalie:
revide nivela,
esquecimento eleva.

O desprezo magoa,mas analise:
ódio atormenta,
amor acalma.

É importante expor seu ponto de vista a respeito da vida, exaltando os ensinamentos do Evangelho, mas suas atitudes é que vão revelar se você realmente está com Jesus.

FONTE: do livro VIVENDO O EVANGELHO, pelo Espírito AndréLuiz, pelo médium Antônio Baduy Filho, IDE Editora, 2010.

terça-feira, 13 de março de 2012

PROJETO PÔR DO SOL DE VOLTA

          No próximo domingo, dia 18 de março, a partir das18h, estará de volta o "Projeto Pôr do Sol", com a apresentação de filmes, música, teatro, oferecendo uma nova opção de lazer e entretenimento, nas tardes/noites de domingo.
          Para quem quer se ver livre da TV, nesse dia, eis aí uma ótima oportunidade de assistir algo de qualidade e enriquecedor para o espírito, além do reencontro com os amigos para uma boa conversa.
         Neste domingo, será exibido o filme "As Mães de Chico Xavier", um grande sucesso do cinema nacional.
Não perca!
Venha e traga sua família e amigos!
A entrada é franca.

segunda-feira, 12 de março de 2012

TUA MEDIDA


“Não julgueis, afim de que não sejais julgados, porque vós sereis
julgados segundo houverdes julgado os outros, e se servirá para
convosco da mesma medida da qual vos servistes para com eles.”
(Capítulo 10, item 11)*

          Toda opinião ou juízo que desenvolvemos no presente está intimamente ligado a fatos antecedentes.
          Quase sempre, todos estamos vinculados a fatores de situações pretéritas, que incluem atitudes de defesa, negações ou mesmo inúmeras distorções de certos aspectos importantes da vida. Tendências ou pensamentos julgadores estão sedimentados em nossa memória profunda, são subprodutos de uma série de conhecimentos que adquirimos na idade infantil e também através das vivências pregressas.
          Censuras, observações, admoestações, superstições, preconceitos, opiniões, informações e influências do meio, inclusive de instituições diversas, formaram em nós um tipo de “reservatório moral” - coleção de regras e preceitos a ser rigorosamente cumpridos -, do qual nos servimos para concluir e catalogar as atitudes em boas ou más.
          Nossa concepção ético-moral está baseada na noção adquirida em nossas experiências domésticas, sociais e religiosas, das quais nos servimos para emitir opiniões ou pontos de vista, a fim de harmonizarmos e resguardarmos tudo aquilo em que acreditamos como sendo “verdades absolutas”. Em outras palavras, como forma de defender e proteger nossos “valores sagrados”, isto é, nossas aquisições mais fortes e poderosas, que nos servem como forma de sustentação.
          Em razão disso, os freqüentes julgamentos que fazemos em relação às outras pessoas nos informam sobre tudo aquilo que temos por dentro. Explicando melhor, a “forma” e o “material” utilizados para sentenciar os outros residem dentro de nós.
          Melhor do que medir ou apontar o comportamento de alguém seria tomarmos a decisão de visualizar bem fundo nossa intimidade, e nos perguntarmos onde está tudo isso em nós. Os indivíduos podem ser considerados, nesses casos, excelente espelho, no qual veremos quem somos realmente. Ao mesmo tempo, teremos uma ótima oportunidade de nos transformar intimamente, pois estaremos analisando as características gerais de nossos conceitos e atitudes inadequados.
          Só poderemos nos reabilitar ou reformar até onde conseguimos nos perceber; ou seja, aquilo que não está consciente em nós dificilmente conseguiremos reparar ou modificar.
          Quando não enxergamos a nós mesmos, nossos comportamentos perante os outros não são totalmente livres para que possamos fazer escolhas ou emitir opiniões. Estamos amarrados a formas de avaliação, estruturadas nos mecanismos de defesa - processos mentais inconscientes que possibilitam ao indivíduo manter sua integridade psicológica através de uma forma de “autoengano.”
          Certas pessoas, simplesmente por não conseguirem conviver com a verdade, tentam sufocar ou enclausurar seus sentimentos e emoções, disfarçando-os no inconsciente.
          Em todo comportamento humano existe uma lógica, isto é, uma maneira particular de raciocinar sobre sua verdade; portanto, julgar, medir e sentenciar os outros, não se levando em conta suas realidades, mesmo sendo consideradas preconceituosas, neuróticas ou psicóticas, é não ter bom senso ou racionalidade, pois na vida somente é válido e possível o “autojulgamento”.
          Não obstante, cada ser humano descobre suas próprias formas de encarar a vida e tende a usar suas oportunidades vivenciais, para tornar-se tudo aquilo que o leva a ser um “eu individualizado”.
          Devemos reavaliar nossas idéias retrógradas, que estreitam nossa personalidade, e, a partir daí, julgar os indivíduos de forma não generalizada, apreciando suas singularidades, pois cada pessoa tem uma consciência própria e diversificada das outras tantas consciências.
          Julgar uma ação é diferente de julgar a criatura. Posso julgar e considerar a prostituição moralmente errada, mas não posso e não devo julgar a pessoa prostituída. Ao usarmos da empatia, colocando-nos no lugar do outro, “sentindo e pensando com ele”, em vez de “pensar a respeito dele”, teremos o comportamento ideal diante dos atos e atitudes das pessoas.
          Segundo Paulo de Tarso, “é indesculpável o homem, quem quer que seja, que se arvora em ser juiz. Porque julgando os outros, ele condena a si mesmo, pois praticará as mesmas coisas, atraindo-as para si, com seu julgamento”. (1)
          O “Apóstolo dos Gentios” manifesta-se claramente, evidenciando nessa afirmativa que todo comportamento julgador estará, na realidade, estabelecendo não somente uma sentença, ou um veredicto, mas, ao mesmo tempo, um juízo, um valor, um peso e uma medida de como julgaremos a nós mesmos.
          Essencialmente, tudo aquilo que decretamos ou sentenciamos tornar-se-á nossa “real medida”: como iremos viver com nós mesmos e com os outros.
          O ser humano é um verdadeiro campo magnético, atraindo pessoas e situações, as quais se sintonizam amorosamente com seu mundo mental, ou mesmo de forma antipática com sua maneira de ser. Dessa forma, nossas afirmações prescreverão as águas por onde a embarcação de nossa vida deverá navegar.
          Com freqüência, escolhemos, avaliamos e emitimos opiniões e, conseqüentemente, atraímos tudo aquilo que irradiamos. A psicologia diz que uma parte considerável desses pensamentos e experiências, os quais usamos para julgar e emitir pareceres, acontece de modo automático, ou seja, através de mecanismos não perceptíveis. É quase inconsciente para a nossa casa mental o que escolhemos ou opinamos, pois, sem nos dar conta, acreditamos estar usando o nosso “arbítrio”, mas, na verdade, estamos optando por um julgamento predeterminado e estabelecido por “arquivos que registram tudo o que nos ensinaram a respeito do que deveríamos fazer ou não, sobre tudo que é errado ou certo.
          Poder-se-á dizer que um comportamento é completamente livre para eleger um conceito eficaz somente quando as decisões não estão confinadas a padrões mentais rígidos e inflexíveis, não estão estruturadas em conceitos preconceituosos e não estão alicerçadas em idéias ou situações semelhantes que foram vivenciadas no passado.
          Nossos julgamentos serão sempre os motivos de nossa liberdade ou de nossa prisão no processo de desenvolvimento e crescimento espiritual.
          Se criaturas afirmarem “idosos não têm direito ao amor”, limitando o romance só para os jovens, elas estarão condenando-se a uma velhice de descontentamento e solidão afetiva, desprovida de vitalidade.
          Se pessoas declararem “homossexualidade é abominável” e, ao longo do tempo, se confrontarem com filhos, netos, parentes e amigos que têm algum impulso homossexual, suas medidas estarão estabelecidas pelo ódio e pela repugnância a esses mesmos entes queridos.
          Se indivíduos decretarem ‘jovens não casam com idosos”, estarão circunscrevendo as afinidades espirituais a faixas etárias e demarcando suas afetividades a padrões bem estreitos e apertados quanto a seus relacionamentos.
          Se alguém subestimar e ironizar “o desajuste emocional dos outros”, poderá, em breve tempo, deparar-se em sua própria existência com perplexidades emocionais ou dilemas mentais que o farão esconder-se, a fim de não ser ridicularizado e inferiorizado, como julgou os outros anteriormente.
          Se formos juízes da “moral ideológica” e “sentimental”, sentenciando veementemente o que consideramos como “erros alheios”, estaremos nos condenando ao isolamento intelectual, bem como ao afetivo, pela própria detenção que impusemos aos outros, por não deixarmos que eles se lançassem a novas idéias e novas simpatias.
          “Não julgueis, a fim de que não sejais julgados”, ou mesmo, “se servirá para convosco da mesma medida da qual vos servistes para com eles”,  quer dizer, alertemo-nos quanto a tudo aquilo que afirmamos julgando, pois no “auditório da vida” todos somos “atores” e “escritores” e, ao mesmo tempo, “ouvintes” e “espectadores” de nossos próprios discursos, feitos e atitudes.
          Para sermos livres realmente e para nos movermos em qualquer direção com vista à nossa evolução e crescimento como seres eternos, é necessário observarmos e concatenarmos nossos “pesos” e “medidas”, a fim de que não venhamos a sofrer constrangimento pela conduta infeliz que adotarmos na vida em forma de censuras e condenações diversas.

* A presente citação e todas as demais que iniciam cada capítulo foram extraídas de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec. (Nota do autor espiritual.) (1) Romanos, 2:1

FONTE: mensagem do livro RENOVANDO ATITUDES, pelo Espírito Hammed, pelo médium Francisco do Espírito Santo.

quarta-feira, 7 de março de 2012

FALTAM 4 DIAS!

Este é o convite para a XVII Feirinha da Esperança a ser realizada no próximo domingo. Não perca!

segunda-feira, 5 de março de 2012

SUAVIZAÇÃO DAS DORES


SUAVIZAÇÃO DAS DORES
Respondeu-lhes Jesus: Não está
escrito na vossa lei: Eu disse:
Sois deuses? - JOÃO, 10:34

      DECERTO, A FELICIDADE INTEGRAL AINDA NÃO ESTÁ NA TERRA. A suavização dos males, porém, depende de você.
            Ser feliz é a divina aspiração de todo Filho de Deus; para isso, cada criatura precisa trabalhar pela harmonia e pela paz. Antes de tudo, não se esqueça que a felicidade depende de seu progresso e libertação.
            Dessa forma, evite permitir que ela seja entregue ou condiconada à transitoriedade dos bens materiais ou às pessoas de sua convivência.
            Os bens e as pessoas serão instrumentos de aferição de sua retidão, contudo, a decisão entre vencer ou desistir, realizar ou adiar é de pura responsabilidade pessoal no reino da própria alma.
            Acredite em si mesmo, e o poder da Misericórdia Celeste abençoará seus dias com o melhor e o necessário, para que não se desvie da rota na direção de sua alegria definitiva.
           Jamais se esqueça, porém, que o mais nobre testemunho da crença em si mesmo é fazer a cada dia o melhor que puder, jamais desistindo de persistir ou tentar novamente.
           Acredite: sois deuses.

Fonte: do livro LIÇÕES PARA O AUTOAMOR, pelo Espírito Ermance Dufaux, pelo médium Wanderley Oliveira.