quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CONCEITO HOLÍSTICO

Diante da evolução do pensamento e dos conhecimentos atuais no ramo da física quântica, dos conhecimentos do próprio universo, das leis que regem as estruturas íntimas de todas as coisas, torna-se ilógico conceber o ser humano apenas como um ser constituído de matéria.
A realidade cósmica de que o ser transcende as formas que ele habita é incontestável.
Impõe-se uma nova visão ao homem do presente século.

Um conceito mais amplo da vida, um modelo energético supradimensional do homem e do universo, com a sua realidade espiritual, hiperfísica e eterna, não poderá mais ser ignorado por meus irmãos estudiosos e cientistas.

Enquanto o homem terreno insistir na negação dessa realidade energética da vida, da sua relação com o cosmos, colocando suas dúvidas como um intransponível abismo entre a compreensão da vida e a própria vida, estará copiando a posição do cego que, à semelhança de alguns pesquisadores de parapsicologia, apalpa primeiramente, para depois, exaustivamente, certificar-se de algo.
(...)
Não há mais lugar para as concepções estreitas do materialismo, pois a vida se incumbiu, por suas leis, de promover a elevação do pensamento humano e da própria sensibilidade da alma - a mediunidade ou paranormalidade - às manifestações da energia, à evidência dos fluídos, à grandeza da vida moral, com suas implicações para o destino do homem.

O universo espera ser devassado pelo pensamento humano, e a própria vida transborda de energias e seres, aguardando o momento de o homem terreno despir-se de seu orgulho e de seus títulos e posições ridículas com vistas a alcançar a maturidade íntima, que o fará verdadeiramente um ser cósmico, um filho da vida.

Fonte: livro MEDICINA DA ALMA, pelo Espírito Joseph Gleber, pelas mãos de Robson Pinheiro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CHICO XAVIER - O FILME

Deve estrear em 02 de abril, dia em que completaria 100 anos, a cinebiografia de Chico Xavier. Três atores se revezam no papel de Chico no longa: Nelson Xavier, encarnando o personagem dos 60 aos 80 anos; Angelo Antonio que vive Chico dos 20 aos 50 anos; e o ator-mirim Matheus Costa, responsável pelas cenas da infância de Chico Xavier. Também estão no elenco os atores Tony Ramos, Christiane Torloni, Pierre Baitelli, Paulo Goulart, Carlos Vereza, Cassio Gabus Mendes e outros. Daniel Filho é o diretor do longa-metragem que será lançado pela Globo Filmes.

domingo, 17 de janeiro de 2010

O PERDÃO

"O PRESENTE MAIS BELO?
O PERDÃO."

Perdoar ainda é o melhor remédio para combater o estresse emocional, os estados alterados de humor e a infelicidade, além de oferecer grande ajuda na manutenção da saúde, em todos os sentidos. Se um dia fui uma religiosa, hoje sou também uma pesquisadora da ciência do viver, do bem viver. E, quando falo do perdão, de seus efeitos e suas consequências, não sou a primeira a tocar do assunto, nem de longe. Apenas reinterpreto certos textos do Evangelho e traduzo, em outras palavras, o que nos dias de hoje muitos líderes políticos, cientistas e filósofos já estão explorando em seus discursos e teses.

É fato comprovado que, sem perdoar, torna-se quase impossível a convivência entre os seres humanos. Isso é atestado hoje em dia até mesmo por representantes da ciência ortodoxa e suas pesquisas, que procuram quantificar este fato inegável: a grande influência que o perdão exerce sobre os estados emocionais e a saúde. O ressentimento, o rancor, a mania de pôr a culpa nos outros ou a busca de culpados para os contratempos e dificuldades são fatores que levam nossa mente e nosso coração a pararem de funcionar de maneira equilibrada e sadia.

Se antes das recentes descobertas da ciência o conceito de perdoar, exercitar o esquecimento das faltas, nossas e alheias, podia ser reduzido a uma fórmula exaltada por alguns religiosos, atualmente a s coisas mudaram de forma radical. Acho até que os religiosos são os que menos perdoam ou buscam perdoar, mas isso é tema para outras reflexões. Quero dizer que o exercício do perdão se transformou em receita de saúde, inclusive na acepção que os médicos dão ao termo. Em minhas poucas leituras sobre saúde e com base nas pequenas informações sobre os assuntos científicos de que disponho, sei apenas que, assim como o rancor faz mal e ocasiona danos no nosso sistema nervoso, o perdão, ao contrário, aumenta nossa imunidade da alma e do corpo.

Quem sabe seja por isso que Jesus Cristo aconselhou o perdão? Uma vez que ele conhecia muito bem o estado emocional e espiritual dos indivíduos que habitam este nosso planeta, é sensato supor tal coisa. Além disso, como ele foi o médico que mais solucionou enfermidades em seu tempo, talvez a indicação para perdoar fosse uma prescrição visando à integridade de nossa saúde, tanto física quanto de alma. Hoje em dia, os estudiosos do mundo têm descoberto que muitas receitas como essa, dadas por Cristo, são antídotos poderosos o bastante para combater certos males que os medicamentos convencionais são incapazes de debelar. Dese modo, perdoar não somente cura os males da alma, como angústia, rancor e ressentimento, mas também produz reações físicas facilmente detectadas em nossos corpos. O perdão adquire outra conotação e passa a ser, acima de tudo, uma atitude de inteligência.

Assisti a muita gente morrer, cotidianamente, quando estive de posse do corpo. Entretanto, não era a morte física, pura e simplesmente. Era a morte da alma, da razão, do bom senso. Indivíduos que se fecharam a toda espécie de apelo e se isolaram na amargura, na culpa, na cobrança de atitudes mais perfeitas por parte do outro.

Um tipo de perdão que precisamos exercitar urgentemente, a fim de evitar quadros assim, é o autoperdão. Muitos cristãos se veem encarcerados em círculos de culpa, a qual, em grande número de vezes, é agravada por uma religião do medo. Como resultado, proliferam instrumentos mais ou menos variados de autopunição, que acometem a própria pessoa e os que lhe acompanham a marcha. Desse modo tenaz, cobram-se por atos pretéritos de negligência ou ignorância; enclausuram-se em sérias limitações por não se permitirem experiências mais felizes, tanto quanto relações e realizações duradouras e nobres.

(...)

Fonte: livro A FORÇA ETENA DO AMOR, pelo Espírito Teresa de Calcutá, pelas mãos de Robson Pinheiro, Casa dos Espíritos Editora, 2009.

O LIVRO ENCONTRA-SE À VENDA NA LIVRARIA DA CASA DO CAMINHO.
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sábado, 16 de janeiro de 2010

O SAL DA TERRA

A Casa do Caminho e a Fundação Esperança homenageia os seus trabalhadores e frequentadores, apresentando esta bela canção de Beto Guedes, interpretada por Ivete Sangalo, convidando a todos para o trabalho bendito na Seara do Cristo. Venham, irmãos queridos, o Senhor nos espera para a realização da obra, que é de Jesus.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

NOVO PARADIGMA

O homem atual não aceita mais as explicações materialistas a respeito da vida, pois mesmo os homens de ciência sabem que, na vida, tudo é impulsionado para a frente, expande-se e requer aprimoramento. Assim, o ser humano sente a necessidade de evoluir, crescer e obter respostas mais lógicas e coerentes para seus questionamentos íntimos, sob pena de sua vida tornar-se sem sentido e se perder em caminhos ermos.

Em contato com a doutrina espírita, o coração e a mente do ser humano modificam-se; não dessas modificações passageiras, todavia modificam-se pelo gozo espiritual, indizível, pois os conceitos expostos com base nessa doutrina dos Imortais agradam plenamente à razão e ao bom senso, dilatando a visão espiritual, e demonstram, lógica e claramente, o esquema cósmico da vida.

(...) a chave para resolver os problemas da vida não se encontra fora de nós, em uma ação externa, na ação da instrumentalidade científica ou na erudição dos velhos livros; tampouco na prolixidade que substitui a substância, na palavra de algum gênio ou filósofo que expõe o homem ao materialismo arcaico e o submete à sentença de uma ciência cega e utilitária. A mesma ciência que toma os valores imortais como questões místicas, mas se perde em meio ao caos das finanças, que substitui, em muitos casos, o compromisso do cientista, que deveria ser com a própria vida.

A proposta é apresentada, (...), à luz da doutrina espírita, como um novo paradigma para a medicina terrena e a certeza, para todos os meus irmãos, de que é na interiorização, avançando e superando os limites de si mesmo, que se adquire a harmonização da vida; de que é através da grande viagem para os domínios do espírito, do conhecimento do Eu - escala primeira para os mergulhos nas profundezas do Si - que se faculta a oportunidade de autodescobrir-se em meio ao eterno transformismo do mundo dos fenômenos.

A doutrina espírita tem sido entendida não apenas como filosofia, ciência e religião, mas também como proposta pedagógica. Por conduzir o indivíduo à compreensão abrangente e sistêmica do universo, do seu próprio comportamento e das causas e consequências dos fatos, ela o capacita à autotransformação, não pela pressão ou imposição, mas porque lhe permite deduzir que é pela mudança de atitudes que as situações se transformarão.

Compreendendo os postulados espíritas, ele conclui que não se libertará do sofrimento enquanto não se candidatar a um processo de autodescoberta e autotransformação, buscando, na reeducação da alma, a transformação das causas dos males que o afligem. Descobre pela reflexão e observação dos fatos, que o restabelecimento de sua saúde ou a solução para os seus problemas jamais chegará por milagre, sem esforço pessoal.

Fonte: trechos da Introdução do livro MEDICINA DA ALMA,
pelo Espírito Joseph Gleber, psicografado pelo médium Robson Pinheiro, Ed. Casa dos Espíritos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

UMA NOVA ERA

"O futuro pertence ao espírito, e as diversas terapias que
proliferam neste início de milênio e de uma nova era serão
irrigadas com o sopro renovador dos imortais que tudo dirigem,
objetivando levar o homem a descobrir seu verdadeiro papel
na humanidade e integrá-lo ao conhecimento de si,
para a sua plenificação como filho de Deus".

Joseph Gleber

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

100 ANOS DE CHICO


A sua irritação não solucionará problema algum...
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas...
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida...
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos...
O seu desânimo não edificará ninguém...
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade...
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas,
jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você...
Não estrague o seu dia.
Aprenda a sabedoria divina,
A desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre...
Para o infinito bem!
- Chico Xavier

sábado, 9 de janeiro de 2010

EU MEREÇO SER FELIZ!

por Lília Soares de Oliveira

Somos Pérolas da Criação!
Somos Filhos de DEUS, Essência Divina!
Guardamos a inabalável certeza de que
fomos criados por DEUS para sermos felizes!

Acreditar nessa afirmativa é imprescindível para que possamos alimentar o nosso coração de Esperança. E a certeza vem do Sentimento de que Deus é nosso PAI, PAI de aAmor, como nos ensinou JESUS. Não temos sequer condições de avaliar a imensidão do Seu amor por nós.Como filhos de DEUS, temos o direito natural de sermos felizes! Porém, nem todos, possuímos na intimidade a crença de que merecemos a Felicidade.Sendo um direito natural, poderia-se então, perguntar: - por que a infelicidade assola tantos corações?

E a resposta viria simples e direta: - Porque não temos sabido fazer prevalecer esse direito. Porque temos buscado a Felicidade por caminhos equivocados. Porque abrimos mão desse direito, andando na contramão das Leis de DEUS, Leis de Amor, sábias e justas que regem todo o Universo. Não existe Felicidade Plena, duradoura, aquela que os ladrões não roubam, que a traça não consome, a ferrugem não corrói, vivendo distantes da Leis do Criador, distantes do amor do nosso PAI.

E o orgulho é o nosso maior inimigo, nos fazendo pensar que não necessitamos de DEUS, e nos julgando auto-suficientes. Em DEUS nos movemos e existimos (Paulo, 17:28) e concluímos sem ELE nos aniquilamos.
As concepções humanas, quase sempre interpretam Felicidade como sorte ou "escolha divina" - privilégios - buscando-a através de "fórmulas mágicas" de imediatismo.
Prepondera na Terra uma falsa noção de Felicidade, através da satisfação de carências estimuladas pelas ilusões da vida moderna, enquanto Felicidade é conquista de valores inalienáveis e realização existencial.

O oposto da Felicidade não é a tristeza, é a insatisfação. A insatisfação humana ocorre porque as criaturas estão vivendo, mas não sabem existir.
A cultura humana de ajustar nossos anseios pessoais aos padrões coletivos da sociedade tem constituído campo de revolta e desânimo para muitas criaturas. Desejando viver segundo padrões por ela ditados, quando isso não é possível, a criatura se torna insatisfeita com a Vida. É a cultura do "ter" ao invés do "ser", ser humano, ser humilde, ser paciente, ser tolerante...
A tristeza é emoção, pode ser passageira; todavia a insatisfação é estado, resultado de uma sequência de insucessos, más escolhas que levam o homem a sucumbir e vagar nos caminhos da "porta larga" sob os convites das futilidades mundanas. Lutemos pela nossa Felicidade, mesmo que, por enquanto, no quadro escuro das dores, ser Feliz, seja apenas viver um pouco melhor hoje do que ontem. Desanimar, jamais!

Felicidade é o estado de satisfação existencial, uma questão toda interior e definitiva.
A Felicidade, tão procurada nas coisas passageiras, está em nós, nos cuidados com o nosso "eu", com o nosso mundo interior para que floresça a divindade da qual, todos somos portadores: - "Vós sois deuses". (João, 10:34).
Vamos garantir nosso direito de ser Feliz, tornando-nos merecedores, através de uma Vida em sintonia com as Leis Soberanas de DEUS!

Lutemos pela nossa Felicidade,
crendo e vivendo firmemente o seguinte Projeto de Vida:
- "Eu mereço ser Feliz!"
Estejamos certos de que esse é o Projeto de DEUS para todos nós.

(Texto inspirado nas obras de Ermance Dufaux)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

MURAL DA HISTÓRIA



NASCIMENTOS

01 - Leon Denis (1846)
02 - Carlos Mirabelli (1846)
03 - Joana D'Arc (1412)
09 - Ernesto Bozzano (1862)
21 - Eusápia Paladino (1854)
23 - Deolindo Amorim (1906)

DESENCARNES

04 - Alexandre Aksakof (1903)
10 - Zilda Gama (1969)
11 - José Arigó (1971)
13 - Andrew Jackson Davis (1910)
17 - Henry Myers (1901)
22 - Batuíra (1909)
30 - Cairbar S. Schutel (1938)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

DIA NACIONAL DO ESPIRITISMO

A Câmara aprovou, no dia 6 de outubro, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 291/07,
da deputada Gorete Pereira (PR-CE),
que institui o dia 18 de abril como o Dia Nacional do Espiritismo.
A proposta foi aprovada com parecer favorável pelo relator do texto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Wladimir Costa (PMDB-PA).

A autora do projeto lembra que o Brasil é a maior nação espírita da atualidade e que os praticantes brasileiros têm realizado "obras extraordinárias no campo da assistência social", como define a Doutrina Espírita.

Gorete Pereira também destaca a figura do médium Chico Xavier, segundo ela, fundamental para a difusão do Espiritismo no Brasil.
A data escolhida é uma homenagem ao dia em que Allan Kardec lançou, em 1857, na França, “O Livro dos Espíritos”, marco inicial da Doutrina Espírita.

"A instituição do Dia Nacional do Espiritismo é homenagem justa a um dos mais importantes grupos religiosos do país, cuja atuação tem sido indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna entre nós", argumenta Gorete Pereira.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

PALESTRAS PÚBLICAS DE JANEIRO


PALESTRAS PÚBLICAS
CASA DO CAMINHO
Estrada Barra Mansa x Bananal, 2801 - km 4
Cotiara - Barra Mansa/RJ
aos sábados - 19h30


JANEIRO/2010
DIA TEMA EXPOSITOR

02 O Orgulho e a Humildade - ESE cap. VII
HERCILIA
09 Simplicidade e Pureza de Coração - ESE cap. VIII
LUCIO
16 A Paciência - ESE cap. IX
TEREZINHA
23 Perdão das Ofensas - ESE cap. X
BORGES
30 A Lei do Amor - ESE cap. XI
SANTANA