quinta-feira, 29 de novembro de 2012

EDUCAÇÃO NO LAR


“Vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai.”
Jesus (JOÃO, 8: 38)

     Preconiza-se na atualidade do mundo uma educação pela liberdade plena dos instintos do homem, olvidando-se, pouco a pouco, os antigos ensinamentos quanto à formação do caráter no lar; a coletividade, porém, cedo ou tarde, será compelida a reajustar seus propósitos.

         Os pais humanos têm de ser os primeiros mentores da criatura. De sua missão amorosa, decorre a organização do ambiente justo. Meios corrompidos significam maus pais entre os que, a peso de longos sacrifícios, conseguem manter, na invigilância coletiva, a segurança possível contra a desordem ameaçadora.

          A tarefa doméstica nunca será uma válvula para gozos improdutivos, porque constitui trabalho e cooperação com Deus. O homem ou a mulher que desejam ao mesmo tempo ser pais e gozadores da vida terrestre, estão cegos e terminarão seus loucos esforços, espiritualmente falando, na vala comum da inutilidade.

         Debalde se improvisarão sociólogos para substituir a educação no lar por sucedâneos abstrusos que envenenam a alma. Só um espírito que haja compreendido a paternidade de Deus, acima de tudo, consegue escapar à lei pela qual os filhos sempre imitarão os pais, ainda quando estes sejam perversos.

         Ouçamos a palavra do Cristo e, se tendes filhos na Terra, guardai a declaração do Mestre, como advertência.

FONTE: mensagem do livro CAMINHO, VERDADE E VIDA, pelo Espírito Emmanuel.

domingo, 25 de novembro de 2012

ESTUDO DO EVANGELHO À LUZ DO ESPIRITISMO


por Antonio Cesar Perri de Carvalho
     As Leis Morais integram uma das partes de O Livro dos Espíritos e os três aspectos do Espiritismo ficam evidenciados nas Obras Básicas. Na Introdução de O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec define o objetivo desta obra, referindo-se aos ensinos morais:


         É, finalmente e acima de tudo, o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura. Essa parte é a que será objeto exclusivo desta obra.1


          No Prefácio do livro citado destaca-se a afirmação do Espírito de Verdade:


         [...] são chegados os tempos em que todas as coisas hão de ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.2


          No momento atual, “em que se efetuará a aferição de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo”,3 é imprescindível a reflexão sobre os textos da obra inaugural da Doutrina Espírita acerca do “tipo mais perfeito que Deus já ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo”4 e da expressão “estamos incumbidos de preparar o reino do bem anunciado por Jesus”.5


         A FEB edita obras significativas que estudam os ensinos do Mestre à luz da Doutrina Espírita, merecendo também ênfase as de autoria do Espírito Emmanuel, conhecidas como Coleção Fonte Viva.


         O autor espiritual interpreta, com maestria e clareza, versículos do Novo Testamento, à semelhança das informações contidas no diálogo de Alcíone:
         – Lá na Espanha – explicou a jovem delicadamente – líamos apenas um versículo de cada vez e esse mesmo, não raro, fornecia cabedal de exame e iluminação para outras noites de estudo. Chegamos à conclusão de que o Evangelho, em sua expressão total, é um vasto caminho ascensional, cujo fim não poderemos atingir, legitimamente, sem conhecimento e aplicação de todos os detalhes. [...]6


         O assunto é tratado pelo orientador espiritual de Chico Xavier em Caminho, Verdade e Vida, comentando sobre a interpretação dos versículos: [...] num colar de pérolas, cada qual tem valor específico e que, no imenso conjunto de ensinamentos da Boa Nova, cada conceito do Cristo ou de seus colaboradores diretos adapta-se a determinada situação do Espírito, nas estradas da vida.[...]7


         No Movimento Espírita organizado, há a preocupação em se fundamentar a divulgação, o estudo e a prática com base nos objetivos definidos pelo Codificador. Algumas Campanhas são extremamente oportunas e cabíveis para a atualidade, como a marcante “Comece pelo Começo”, da USE-SP, e as de divulgação do Espiritismo, com as opções "Conheça o Espiritismo" e "Divulgue o Espiritismo", aprovadas pelo Conselho Federativo Nacional da FEB, nos anos 1990.8 Ambas destacam a base fundamental que é a Codificação Espírita. O importante documento de trabalho aprovado pelo CFN da FEB: "Orientação ao Centro Espírita", no capítulo Atendimento Espiritual no Centro Espírita, contém um subitem que aborda a Atividade de Explanação do Evangelho à luz da Doutrina Espírita.9


         A nosso ver, deve-se estimular a implementação de reuniões de leitura, explanação e divulgação de O Evangelho segundo o Espiritismo. Neste contexto, a FEB iniciou a Reunião de Estudo de O Evangelho segundo o Espiritismo10 e, pela TVCEI, a Série “Estudo do Evangelho à luz da Doutrina Espírita”. No desenvolvimento do programa, empregam-se obras que contribuem para a melhor compreensão das assertivas do Cristo, como as obras de Emmanuel, acima citadas, com a opção de se empregar o método de estudo minucioso e de aprofundamento que enseje condições de troca de ideias, cotejo de referências bíblicas e pesquisas em livros.11


         O estudo e a difusão do Evangelho à luz do Espiritismo são objetivos que devem ser sempre avivados, principalmente em época de muitas dispersões com eventos e livros que estimulam modismos temáticos e valorização de outras áreas do conhecimento.


Referências:


1KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 4. ed. esp. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2010. p. 24.
2______. ______. p. 21.
3XAVIER, Francisco C. Pelo Espírito Emmanuel.A caminho da luz. 37. ed. 4. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2012. p. 13.
4KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora. Q. 625.
5______. ______. Q. 627.
6XAVIER, Francisco C. Renúncia. Pelo Espírito Emmanuel. 3. ed. esp. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2010. Pt. 2, cap. 3, p. 328.
7______. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. p. 14.
8CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL. Disponível em: ; < h t t p : / / w w w . f e b n e t . o r g . b r / b l o g /topico/geral/o-espiritismo/divulgue/>.
Acesso em: 2/8/2012.
9______. Orientação ao centro espírita.Disponível em: . Acessoem: 2/8/2012.
10REUNIÃO DE ESTUDO de O evangelho segundo o espiritismo, FEB. Disponível em: . Acesso em:2/8/2012.
11ABREU, Honório O. de. Luz imperecível. 6.ed. Belo Horizonte: UEM, 2009. p. 19-26.

FONTE: revista REFORMADOR, edição de novembro de 2012,publicada pela FEB.

sábado, 24 de novembro de 2012

AS VIAGENS DE KARDEC

     A obra Viagem Espírita em 18621 – que completa 150 anos de lançamento em dezembro2 deste ano –, é um registro histórico de fundamental importância para se conhecer e compreender o pensamento e os depoimentos de Allan Kardec sobre os primeiros espíritas e suas atividades. Aprende-se muito com os exemplos do Codificador.

         Coube a Allan Kardec apresentar ao mundo a Doutrina Espírita, com a elaboração das Obras Básicas; fundar o primeiro Centro Espírita, com a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas; iniciar o periodismo espírita, com a Revista Espírita, e iniciar o Movimento Espírita, realizando os primeiros contatos e intercâmbios com as instituições nascentes.

         Nos relatos sobre suas viagens, Kardec orienta o Movimento Espírita a respeito da organização, estudo, ação social, solidariedade, união e divulgação, dando exemplos de simplicidade e humildade. Aliás, é durante uma estada em Tours que o Codificador recebe a visita de Léon Denis, um fato muito significativo para o futuro líder espírita.

         Adverte que a árvore é reconhecida pelos seus frutos e sugere a profilaxia do orgulho, da inveja e do ciúme no meio espírita.3 Chega mesmo a vaticinar: “[...] o Espiritismo será o traço de união que aproximará os homens divididos pelas crenças e pelos preconceitos mundanos [...]”.4

         Na leitura sobre suas primeiras viagens, temos muito em que refletir na busca da concretização, em nossos dias, dos belos exemplos vividos pelo mestre lionês! Vamos ler, meditar sobre os exemplos de sua vida edificante e divulgar Viagem Espírita em 1862 e outras Viagens de Kardec!

1Este é o título do original francês, cuja tradução, feita por Evandro Noleto Bezerra, foi publicada pela FEB Editora juntamente com os discursos pronunciados pelo Codificador nas viagens de 1860, 1861, 1864 e 1867, compondo um volume intitulado Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec.

2BARRERA, Florentino. Resumo analítico das obras de Allan Kardec. São Paulo:Madras Editora (coediçãoUSE), 2003. Compêndio 4, Viagem espírita em 1862, p. 121.

3KARDEC, Allan. Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. Cap. Discursos pronunciados nas reuniões gerais dos espíritas de Lyon e Bordeaux, it. 3, p. 101.

4Idem, ibidem. p. 104.

FONTE: Editorial da revista  REFORMADOR, edição de novembro de 2012, publicada pela FEB.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

DOUTRINA DOS ESPÍRITOS E ESPIRITISMO

       A Doutrina dos Espíritos é dos espíritos, o Espiritismo é dos homens, conforme nos ensinam os espíritos orientadores. Em outras palavras, o Espiritismo é a interpretação possível alcançada pelo homem, num determinado tempo e espaço. A Doutrina contém os fundamentos, as questões substantivas que, interpretados à luz da mentalidade de uma determinada época, assumem os contornos do elementos da cultura vigente nesta mesma época.


          Em cada período histórico, a Humanidade alcança uma compreensão sobre o mundo, sobre si mesma. Essa compreensão se expressa através dos meios culturais disponíveis, como símbolos, signos, significantes e significados, que permitem a constituição de sentidos para a respectiva existência. Portanto, são alcances sempre relativos, limitados pelos paradigmas da inteligência, da contingência e da cultura.


          Assim, nenhuma obra é definitiva, nenhum enunciado se esgota em si mesmo, todos os registros são históricos e, portanto, temporais. Em outras palavras, pertencem ao momento e ao espaço em que foram produzidos. Isto vale para as obras espíritas, incluído o Pentateuco kardequiano.


          No entanto, toda obra de intensa e extensa envergadura tem longo alcance por ser portadora de núcleos estruturantes substanciais que, apesar da corrosão do tempo na sua estética, não perde a vitalidade de seus enunciados fundamentais. Por exemplo, quando Hammurabi elaborou seu código, há mais de 3.700 anos, tratou dentre outras coisas da reparação diante das injustiças, conhecida como “pena de talião”, ou “olho por olho, dente por dente”. Essa aplicação da Lei, evidentemente, pertence ao seu tempo. Hoje, a humanidade já não admite mais tais formas de reparação.


          Mas, apesar da obsolescência dos meios, a substância permaneceu, ou seja, o sentido de justiça não se desfez pelo tempo. Pelo contrário, de lá para cá o homem tem invariavelmente buscado o permanente aperfeiçoamento das formas de se fazer justiça. Dito de outra forma, há algo que permanece e transcende à temporalidade terrena, qual seja, o sentimento essencial de justiça que reside na substância do espírito e que, portanto, assim como seu portador nunca esvanece.


         As obras espíritas, como afirmamos, também estão sujeitas às mesmas vicissitudes temporais sem, contudo, dissiparem-se seus fundamentos. O que é preciso é fazer a permanente crítica do discurso espírita, para, através da hermenêutica das obras, alcançarmos seus significados perenes. Do contrário, se ficarmos na letra dos textos, nas suas representações simbólicas, estaremos fazendo a repetição e não a reflexão, a colagem e não a atualização e a recontextualização necessárias a permanente busca da verdade.


Rui Simon Paz. Sociólogo, professor acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio Correia e coordenador de grupos de estudos espíritas.

sábado, 17 de novembro de 2012

7 MINUTOS COM EMMANUEL


   

AOS DISCÍPULOS

“Mas nós pregamos a Cristo crucificado,
que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos.”
I CORÍNTIOS, 1:23

     A vida moderna, com suas realidades brilhantes, vai ensinando às comunidades religiosas do Cristianismo que pregar é revelar a grandeza dos princípios de Jesus nas próprias ações diárias.
        O homem que se internou pelo território estranho dos discursos, sem atos correspondentes à elevação da palavra, expõe-se, cada vez mais, ao ridículo e à negação.
         Há muitos séculos prevalece o movimento de filosofias utilitaristas. E, ainda agora, não escasseiam orientadores que cogitam da construção de palácios egoísticos à base do magnetismo pessoal e psicólogos que ensinam publicamente a sutil exploração das massas.
         É nesse quadro obscuro do desenvolvimento intelectual da Terra que os aprendizes do Cristo são expoentes da filosofia edificante da renúncia e da bondade, revelando em suas obras isoladas a experiência divina dAquele que preferiu a crucificação ao pacto com o mal.
         Novos discípulos, por isso, vão surgindo, além do sacerdócio organizado. Irmãos dos sofredores, dos simples, dos necessitados, os espiritistas cristãos encontram obstáculos terríveis na cultura intoxicada do século e no espírito utilitário das idéias comodistas.
         Há quase dois mil anos, Paulo de Tarso aludia ao escândalo que a atitude dos aprendizes espalhava entre os judeus e à falsa impressão de loucura que despertava nos ânimos dos gregos.
         Os tempos de agora são aqueles mesmos que Jesus declarava chegados ao Planeta; e os judeus e gregos, atualizados hoje nos negocistas desonestos e nos intelectuais vaidosos, prosseguem na mesma posição do inicio. Entre eles, surge o continuador do Mestre, transmitindo-lhe o ensinamento com o verbo santificado pelas ações testemunhais.
         Aparecem dificuldades, sarcasmos e conflitos.
         O aprendiz fiel, porém, não se atemoriza.
         O comercialismo da avareza permanecerá com o escândalo e a instrução envenenada demorar-se-á com os desequilíbrios que lhe são inerentes. Ele, contudo, seguirá adiante, amando, exemplificando e educando com o Libertador imortal.

Emmanuel
Produção: SER
Tecnico de Gravação: João Francisco
Voz: Haroldo Dutra Dias
Música: Meu Amigo Agradece – João Cabete
Interprete: João Paulo Lanini – Violão
Participação Vocal: Denis Soares
Finalização: Júlio Corradi
Livro: Vinha de Luz
Capítulo: 7 – Aos Discípulos
Versículo: I Coríntios, 1:23

FONTE: http://www.portalser.org/

domingo, 11 de novembro de 2012

CAMPANHA DO EVANGELHO NO LAR - Roteiro para a reunião


  1. Início da reunião - prece simples e espontânea
  2. Leitura de O Evangelho segundo o Espiritismo - começar desde o prefácio, lendo um item ou dois sempre em sequência.
  3. Comentários sobre o texto lido - devem ser breves e contando com a participação dos presentes, evidenciando o ensino moral aplicado às situações do dia-a-dia.
  4. Vibrações - Pela fraternidade, paz, e equilíbrio de toda a Humanidade, por todos os governantes e por aqueles que têm sob a sua responsabilidade crianças, jovens, adultos e idosos; pela implantação e vivência do Evangelho em todos os lares; pelo próprio lar dos participantes, mentalizando paz, harmonia e saúde para o corpo e para o espírito.
  5. Pedidos - Pode-se pedir pelos parentes, amigos, por pessoas que não participem do círculo de amizades e por toda a Humanidade.
  6. Prece de encerramento - Simples, sincera e espontânea, agradecendo a Deus, a Jesus e aos Bons Espíritos.
OBS: A prática do Evangelho no Lar não deve ser transformada em reunião mediúnica.
Toda intuição e inspiração, que possam ocorrer, devem ficar no campo dos comentários gerais, no momento oportuno.

domingo, 4 de novembro de 2012

CAMPANHA DO EVANGELHO NO LAR - Finalidade e Importância

  1. Estudar o Evangelho de Jesus possibilita compreender os ensinamentos cristãos, cuja prática nos conduz ao aprimoramento moral.
  2. Criar em todos os lares o hábito de se reunir em família, para despertar e acentuar nos familiares o sentimento de fraternidade.
  3. Pelo momento de paz que o Evangelho proporciona ao Lar, pela união das criaturas, propiciando a cada um uma vivência tranquila e equilibrada.
  4. Higienizar o Lar por pensamentos e sentimentos elevados e favorecer a influência dos Mensageiros do Bem.
  5. Facilitar no Lar e fora dele o amparo necessário diante das dificuldades materiais e espirituais, mantendo operantes os princípios da vigilância e da oração.
  6. Elevar o padrão vibratório dos componentes do Lar e contribuir com o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor.
  7. Tornar o Evangelho conhecido, compreendido, sentido e exemplificado em todos os ambientes.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

CAMPANHA DO EVANGELHO NO LAR - Significado


Estamos iniciando uma série de mensagens que faz parte de nossa Campanha do Evangelho no Lar.
Com base nas orientações da campanha "O Evangelho no Lar e no Coração", da FEB, este blog publicará nos próximos dias, mensagens como esta, com a finalidade de orientar e divulgar a prática do culto cristão no lar.

A importância do Lar, na educação moral

         É, no lar que os Espíritos se reencontram, sob o mesmo teto, na condição de pais, filhos e irmãos; nesse ambiente, são oferecidas as oportunidades de novo aprendizado moral, possibilitando aos reencarnados exercitarem-se no campo afetivo, desenvolvendo a fraternidade, a solidariedade, enfim, os sentimentos derivados do amor.
        Assim, a função educadora e regeneradora da família é extremamente delicada e importante, quando se atribui à reencarnação a oportunidade de ascenção na escala evolutiva, através de novas experiências, no campo intelectual e moral.
        Coerente com essa visão, afirma Emmanuel: "A melhor escola, ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter".