sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O QUE TEMOS FEITO POR NÓS?

As atividades no bem são sempre credenciais de paz no mundo espiritual?
“Você disse que existem pessoas, que não tem religião e não seguem nenhuma doutrina e são mais felizes do que os espíritas. Por quê? Qual sua opinião?”
A pergunta acima foi feita aqui no meu blog. Tema oportuníssimo para refletir.
Não é a religião que torna o homem feliz, mas sim o amor, a vida em sintonia com o bem. Pensemos juntos.

O espírita, assim como a maioria dos religiosos, costuma confundir bastante a tarefa doutrinária ou o conhecimento doutrinário com elevação espiritual. As tarefas são importantes e, inegavelmente, aliviam a dor de quem faz e de quem recebe o bem. O conhecimento, por sua vez, ilumina e orienta. Todavia, somente uma educação dos sentimentos na vida íntima de cada um de nós, poderá nos conduzir às conquistas pessoais na direção da legítima libertação da consciência.
Os tarefereiros espíritas são pessoas valentes e dispostas no ato de ser útil ao semelhante, são valorosos no desapego de bens materiais e esforçados na disciplina de suas realizações doutrinárias. Entretanto, no que tange a seu comportamento e suas tendências íntimas, frequentemente, demonstram-se desorientados ou passivamente em clima de negação.
É preciso ter a coragem de admitir para nós que tarefas e conhecimento, por si só, não educam o ser humano e nem asseguram automaticamente a paz interior. São instrumentos pedagógicos indispensáveis, mas educação e melhoria é algo para ser construído no mundo real das lutas sociais, nas relações de cada dia.
A abençoada tarefa espírita do socorro material, da evangelização infantil, da sopa generosa, do amparo ao velhinho, enfim qualquer tarefa da nossa seara, são plantações de elevação e enobrecimento do afeto. Convenhamos, porém, que nenhuma delas retrata com fidelidade as relações da realidade que temos em família, no trabalho e na vida em sociedade, nas quais ficam muito evidenciadas as nossas qualidades e também nossas mais enraizadas mazelas. As tarefas espíritas são espaços benfazejos de refazimento, meditação, exercício de altruísmo e desprendimento. São lições preciosas da alma, embora as lições mais essenciais, em verdade, são aprendidas além dos ambientes das realizações doutrinárias.
O cuidado nesse assunto, que tem sido insistentemente destacado pelos amigos do mundo espiritual, está em não confundir a sensação reconfortante e valorosa de bem-estar em ser útil com libertação por automatismo. Há muita ilusão a respeito do tema. Com muita facilidade, podemos acreditar que fundar obras sociais ou nelas cooperar seja um atestado de avanço espiritual e com isso, sem percebermos, deixar de lado a tarefa mais emergente para nossa verdadeira segurança espiritual que é o enfrentamento de nossas sombras interiores que suplicam iluminação e direção.
No livro “Quem Perdoa Liberta”, temos uma história muito interessante de um grande trabalhador das frentes de caridade social chamado Benevides. Um homem dedicado ao bem das crianças que, mesmo com tantas realizações de beneficência, passou por dores incontáveis na vida espiritual em função de uma das mais velhas armadilhas emocionais do reino humano: a maledicência.
Para oferecer algo mais consistente da parte do amigos espirituais, transcrevo trecho da introdução do livro “Prazer de Viver”, na qual Maria Modesto Cravo, nos oferece notícias sobre alguns destes tarefeiros que acreditavam que chegariam com largas credenciais no mundo espiritual em razão de suas obras sociais:

“Deslocados de plano, distante de suas creches e obras de solidariedade, sentiram-se sozinhos e desvalorizados. Em verdade, ficaram na superficialidade da caridade. Estavam envolvidos com o dever de ajudar, mas não comprometidos com o ato de amar. Derramaram apoio e suprimiram fome e dor. Esqueceram de si mesmos, não como um ato de renúncia, e sim como uma fuga do enfrentamento pessoal. Bem-intencionados, porém, descuidados. De boa vontade, contudo, sem a coragem para zelar por suas necessidades mais profundas. Passaram pela vida física fazendo muito bem aos outros e esquecendo-se de realizar o bem próprio, com medo se arremessarem novamente ao egoísmo.
Pela bondade semeada colheram os frutos da amizade e da atenção. Espera-lhes agora a tarefa redentora de se autoinvestigarem, de saberem como amar também a si mesmos. Carregam na alma o peso da aflição que negaram. São tratados na mesma linha terapêutica para a recuperação do prazer de viver, porque com raras exceções escapam ao doloroso episódio da depressão depois da morte.
É lamentável constatar que, até mesmo nas linhas de serviço da religião, encontram-se uma multidão de almas que erguem o estandarte do amor e se asilam em fugas complexas em relação ao autoencontro.
Para todos, porém, há esperança. Se a misericórdia celeste não abandona os vales mais sombrios da maldade, que se dirá daqueles que já se esforçam por realizar algo no bem?”
Retornando à pergunta inicial: “Você disse que existem pessoas, que não tem religião e não seguem nenhuma doutrina e são mais felizes do que os espíritas. Por quê? Qual sua opinião?”
Existem muitas pessoas assim, porque já entenderam as leis divinas em sua consciência e não são enfermos tão graves quanto nós, que ainda, por longo tempo, precisaremos das amuletas generosas da religião, para nos lembrar da nossa condição espiritual e o quanto ainda temos que fazer para desiludir de nossa suposta grandeza.
Como sempre, gosto de lembrar que meus apontamentos são escritos apenas com intuitos de incentivar o dialogo. Não são conclusivos. Ao contrário, a idéia é que apenas instiguem a conversa amigável e construtiva através de discussões sadias nas quais haja a boa discordância e outras variações de exame no tema.
Fiquemos por aqui e tomemos juntos um delicioso cafezinho mineiro...

sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

QUAL A ORIGEM DA CEIA NATALINA?


As ceias religiosas têm origem remota.
"Não existe celebração ritualística sem comida", diz a psicóloga Denise Gimenez Ramos, da PUC-SP.
A idéia da ceia como ritual já está presente desde o início do Cristianismo, repetindo o gesto de Jesus que reuniu os apóstolos e com eles partilhou pão e vinho, dizendo: "Este é o meu corpo, este é o meu sangue".
Quando o Natal começou a ser celebrado pelos cristãos, no século IV, a ceia tornou-se símbolo de partilha e de confraternização.
Mas a tradição se fixou por influência dos cristãos ortodoxos, que costumam jejuar na véspera do Natal e, no dia da celebração, festejam o nascimento de Cristo com uma ceia especial.
O peru foi introduzido no jantar natalino por influência da comemoração do Dia de Ação de Graças anglo-saxão.

Fonte: Revista das Religiões, Ed. Abril, dezembro/2004

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

QUAL A ORIGEM DO PRESÉPIO?

Essa representação do nascimento de Cristo tem raízes muito antigas que misturam artes plásticas com teatro sacro. Já no século V, as igrejas organizavam cantos, na véspera de Natal, em que um grupo representava os pastores e outro, as parteiras de Nossa Senhora.
Ao longo da Idade Média, essas representações passaram a dar cada vez mais importância à manjedoura onde estava a imagem de Cristo bebê. Mas foi graças a São Francisco de Assis que os principais elementos dos presépios de hoje foram definidos. No Natal de 1223, ele reuniu companheiros franciscanos e o povo da região num presépio vivo em Greccio, um vilarejo italiano perto de Assis.
O nome da representação vem do latim praesepium, "estrebaria", que pode ser representada como uma gruta ou um celeiro de madeira. O boi e o burro, além de serem citados numa profecia de Isaías, também são mencionados durante o nascimento de Jesus por apócrifos (livros que não fazem parte da Bíblia oficial). Os magos só aparecem no Evangelho de Mateus, e a tradição cristã inferiu que eram três porque eles trazem três presentes para o Menino: ouro, incenso e mirra. Já a representação dos pastores e anjos vem do Evangelho de Lucas, o que mais detalhes cita sobre o nascimento e a infância de Cristo. São José costuma estar de um dos lados da manjedoura que abriga o menino, enquanto Maria aparece do outro.

Fonte: Revista das Religiões, Ed. Abril, dezembro/2004

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

EDUCAÇÃO EMOCIONAL NO CENTRO ESPÍRITA

Por Wanderley S. Oliveira

Nosso papo de hoje é sentimento nos estudos do Espiritismo.
Temos variados programas de estudo nos Centros Espíritas, ótimos conteúdos para se conhecer a Doutrina.
Com eles, podemos amealhar larga soma de informações sobre os fundamentos e princípios que orientam nosso abençoado Espiritismo.
Sobre o assunto proponho uma reflexão que me parece oportuna.
Os cursos básicos não priorizam o que seria a maior angústia de quem toma contato com o conhecimento espírita, ou seja, “o como fazer”.
Vou dar um exemplo usando um dos belos temas estudados que é a paciência.
Falam-se muitas coisas importantes sobre ela, todavia, como ser paciente, como aplicar paciência conosco, que métodos poderiam ser usados para ser mais paciente.
Por não investir neste aspecto dos programas, a tendência é ouvirmos o tema, sentir a sua relevância na nossa pratica diária, mas no dia seguinte iniciar um terrível conflito entre o que fazemos, o que sentimos e o que já sabemos sobre o tema.
Por essa razão, tenho sempre incentivado, o diálogo sobre a urgência de inserir de forma mais meticulosa e com uso de metodologia, a educação emocional nos programas de estudo dos Centros Espíritas.
Algumas orientações nos cursos básicos, inclusive, têm levado inúmeros seguidores da Doutrina a um quadro angustiante de tristeza por sabermos sobre o valor da resignação perante a vida, porém na vivência diária essa proposta comportamental é quase totalmente atormentante, porque não sabemos COMO aplicar uma das mais desafiantes lições da educação emocional que é a aceitação.
O assunto daria vários cafezinhos e para não alongar aqui nos sintéticos posts, estou destinando dois artigos mais amplos sobre uma das metodologias que tem apresentado ótimos resultados no processo de desenvolvimento das emoções, a OFICINA DOS SENTIMENTOS.

domingo, 12 de dezembro de 2010

UM BOM DIA!

Saúda o teu dia com a oração de reconhecimento.
Tu estás vivo.
Enquanto a vida se expressa,
multiplicam-se as oportunidades de crescer e ser feliz.
Cada dia é uma benção nova que Deus te concede,
dando-te prova de amor.
Acompanha a sucessão das horas cultivando otimismo e bem-estar.

Fonte: do livro, VIDA FELIZ, pelo Espírito Joanna de Ângelis, pelo médium Divaldo P. Franco.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PRÁTICA MEDIÚNICA RESOLVE OS PROBLEMAS DO MÉDIUM?



“Não há desenvolvimento mediúnico, para reallzações sólidas, sem o aprimoramento da individualidade mediúnica.”
Seara dos Médiuns – capítulo 41 Formação Mediúnica – Emmanuell / Francisco Cândido Xavier


Mediunidade é uma bela oportunidade de crescimento e aprendizado. Vê-la como uma prova imposta em função de dívidas do passado é cultivar uma visão doentia de algo que, em verdade, é uma benção, um tesouro. Não é a mediunidade que é o problema, mas o médium.
É comum ouvirmos a expressão: “estou com problemas mediúnicos.” Ninguém tem problemas mediúnicos, temos problemas morais e emocionais que são refletidos no exercício da mediunidade. A mediunidade é uma força neutra e sua aplicação é que toma um colorido moral inerente ao médium. Existem problemas psicológicos e não mediúnicos.
Com muita freqüência, em centros espíritas e espiritualistas, é passada a orientação que aponta o desenvolvimento mediúnico como solução para os problemas de ordem pessoal. A frase mais corriqueira sobre o assunto é: “você precisa desenvolver”.
Foram muitas as pessoas que já me procuraram com os mais variados problemas e foram orientadas em algum lugar da seguinte forma: “enquanto você não for para a mesa de trabalhos da mediunidade, você não resolverá isso, sua vida ficará travada.” Parece-me mesmo que, por conta dessa cultura de “desenvolvimento mediúnico”, uma boa parte dos trabalhadores espíritas que freqüentam reuniões mediúnicas, foi inserida nas atividades com esse propósito: resolver suas dores pessoais. Além disso, é muito freqüente alguém dizer que ainda não procurou o centro espírita relacionando sua busca a “cuidar da mediunidade que está paralisada”, como se esse fosse o grande objetivo do centro e do Espiritismo.
Sem dúvida alguma, a tarefa mediúnica traz benefícios à vida interior, mas daí a afirmar que a solução de nossas lutas pessoais possa ser integralmente resolvida dessa forma é um equivoco. A prova disso é que todas as questões morais e emocionais do médium que constituem as raízes dos conflitos e desafios, continuam a existir depois de sua adesão aos serviços da mediunidade. O que acontece é uma amenização, um abrandamento dos estados íntimos de dor e seus reflexos na vida mental. Inegavelmente o médium, antes perturbado e confuso, alcança um alívio significativo com a prática mediúnica, por vários motivos.
O exercício da mediunidade, porém, não exime o médium de realizar sua educação emocional e moral, que só pode ser construída nos embates da convivência dia após dia. Somente com uma ação de enfrentamento através do autoconhecimento com consequente mudança de comportamento, poderemos estabelecer conquistas reais para nossa paz interior. É necessária muita honestidade emocional, amor a si mesmo e esforço perseverante para alcançar esse objetivo.
Alguns trabalhadores sinceros da mediunidade chegam a observar que o exercício não lhes suprime a pressão das lutas íntimas. Ainda assim são levados a acreditar em uma cultura religiosa de miséria interior, adotando a dor como caminho de salvação em função de seu suposto passado reencarnatório repleto de más ações ou devido a severas interferências espirituais.
Aliás, sobre esse assunto, parece mesmo que temos uma conduta de alcance coletivo e com poucas exceções em nossa comunidade. Alastrou-se uma evidente confusão entre estar comprometido com uma tarefa espírita e a solução de assuntos espirituais. Participar de tarefas doutrinárias parece ter tomado uma importância superdimensionada em relação à nossa libertação consciencial, como se pelo simples fato de estar engajado em uma obra social, em uma atividade socorrista ou quaisquer outras iniciativas espíritas, por si só, significasse progresso espiritual, solução de velhas pendências, quitação perante nossos compromissos conscienciais ou ainda melhoria moral. Estamos confundindo ação doutrinária com evolução espiritual, e isso nem sempre acontece.
A tarefa espírita é extremamente importante, mas não liberta ninguém por apenas se comprometer com ela. Ninguém fica isento do árduo trabalho de reeducação das velhas tendências e isso só é possível através de um movimento consciente e individual de enfrentamento, autoconhecimento, mudança de condutas e também de participação em tarefas que nos auxiliem, de fato, a melhorar os aspectos sombrios de nossa personalidade.
Outros médiuns começam a questionar sobre os benefícios íntimos que não aparecem imediatamente após sua adesão à prática mediúnica e tombam na precipitação, na insegurança e logo abandonam tudo nos primeiros passos. Esperavam que a tarefa lhes suprimisse o esforço pessoal de transformação.
Conheço médiuns que estão há algumas décadas na tarefa da mediunidade e apenas amenizaram suas lutas íntimas. Algo que deve ser considerado como muito bom, pois se não se aderissem à disciplina da frequência e da assiduidade, poderiam ter um volume de amarguras ainda maiores. Nada impede também de argumentarmos que a tarefa em si não está adequada às necessidades de uma ou outra pessoa. Com tantas orientações imprecisas embasadas na cultura de “desenvolver mediunidade”, inegavelmente um contingente de pessoas se ajustou ao exercício da mediunidade sem quaisquer compromissos previamente projetados no mundo espiritual ou ainda sem foco nas suas necessidades mais essenciais de aprimoramento.
Ficamos assim com essas considerações apenas para que tenhamos algo sobre o que dialogar em grupos de estudo e reflexão. Nada conclusivo, nada fechado! Apenas algumas idéias para uma discussão que me parece muito profícua: prática mediúnica resolve os problemas do médium?

Fonte: http://www.wanderleyoliveira.blog.br/

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ESTADOS DA MENTE

De certa maneira, o Mundo Espiritual é o futuro da Humanidade encarnada.
Vivemos aqui como se nos tivéssemos adiantado aos que continuam vivendo na Terra...
Reencarnar, literalmente, significa voltar - voltar no tempo!
É claro que, para alguns espíritos que vivem presos ao passado, é uma viagem ao futuro.
Não sei se estou conseguindo me fazer entender, mas, em essência, as dimensões espirituais são dimensões de tempo.
O que determina a nossa situação é o estado mental em que vivemos.
Jesus é o nosso Porvir de Luz! Vindo ao nosso encontro.
Ele efetuou uma viagem no tempo, como se estivesse a retroceder.
Ele veio do Futuro!
Existem comunidades de espíritos que, em relação aos que se encontram encarnados, vivem há 500, 1000, 1500 anos atrás; elas se situam em outras faixas vibratórias...
Acima de nós, outras esferas existem, passos adiante da nossa, comunidades futuristas às quais iremos nos juntar; mas, para tanto, necessitamos "perder peso"...
Passado, presente e futuro são estados da mente.
Deus é a Eternidade!
O relógio é uma convenção da qual, um dia, teremos que nos libertar...

Fonte: livro DOUTRINA VIVA, pelo Espírito Chico Xavier, pelo médium Carlos A. Baccelli

domingo, 5 de dezembro de 2010

O QUE É VIBRAÇÃO?

Ao mencionar o termo vibração, no contexto de um tema como a mediunidade, muitos encontram dificuldades em compreender detalhadamente tal conceito. O companheiro poderia dar um exemplo que elucide melhor aquilo que se descreve como vibração, no contexto mediúnico?

"O que dá aos meus irmãos a melhor idéia do que seja vibração é observar o funcionamento do pêndulo de um relógio antigo. A oscilação vista nos movimentos realizados mecanicamente poderá proporcionar uma visão clara a respeito da vibração do pensamento. Num constante e ir e vir, o pensamento verte imagens e forças, em frequências diferentes, conforme o momento e a mente que o gerou. As ondas mentais ou oscilações atuam de conformidade com as leis universais, podendo-se distinguir seus momentos de repouso e equilíbrio no vaivém dos movimentos.
No campo mediúnico, o pensamento produzido pela mente do sensitivo forma a corrente mental, que pode oscilar, à semelhança do pêndulo do referido relógio.
Se pudermos tomar o corpo mental como um órgão extrafísico que se caracteriza pela emissão de frequências ou vibrações, podemos classificar, a partir de então, tais vibrações em altas ou baixas, conforme o tipo de pensamento que faça parte da vida mental de meus irmãos. Eis por que o amor e os sentimentos mais nobres são os considerados de alta vibração ou frequência, pois que estão associados à produção de pensamentos elevados, que vibram em sintonia fina, como ondas mentais ultracurtas, cujo alcance chega às regiões superiores e às forças sublimes do universo. Segundo o mesmo princípio, tanto o ódio quanto as emoções mais degradantes estão ligados a uma frequência baixa, devido ao teor energético das ondas mentais com as quais sintonizam."

Resposta condedida pelo Espírito Joseph Gleber,
no livro CONSCIÊNCIA, pelo médium Robson Pinheiro.

sábado, 4 de dezembro de 2010

ATITUDE DE AMOR

"A melhor campanha para a instauração de um novo tempo na seara passa pela necessidade de melhoria das condições do centro espírita, que é a célula operadora do objetivo do Espiritismo.
Lá sim se concretizam não só o conhecimento e o trabalho, mas a absorção das verdades no campo individual consentidas em colóquios íntimos e permanentes, que reproduzem os momentos de Jesus com seu colégio apostólico. Por isso, temos que promover as Casas, de posto de socorro e alívio a núcleo de renovação social e humana, através do incentivo ao desenvolvimento de valores éticos e nobres capazes de gerar a transformação.
Para isso só há um caminho: a educação."

Bezerra de Menezes

Para saber mais, leia o livro "Atitude Amor", opúsculo contendo a palestra de Bezerra de Menezes e debate com Eurípedes Barsanulfo sobre o período de maioridade do Espiritismo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

UMA NOVA ERA

"O futuro pertence ao espírito, e as diversas terapias que proliferam neste início de milênio e de uma nova era serão irrigadas com o sopro renovador dos imortais que tudo dirigem, objetivando levar o homem a descobrir seu verdadeiro papel na humanidade e integrá-lo ao conhecimento de si, para a sua plenificação como filho de Deus."

Joseph Gleber

- do livro "Medicina da Alma", Robson Pinheiro, Casa dos Espíritos Editora